ANNA E O VENTO
Surgiu no mundo, some na
sombra, na noite.
Anna com olho de gata e tudo
mais!
Derruba o vazo de flor.
Casa-grande abandonada, sem
telha, nem porta.
Cai riscando um leve traço
dourado no azul.
Uma flor de ipê - era gata.
Depois vai sem saltos,
Dona Anna apressada,
Correndo aos saldos.
Pé no chão.
Sem medo.
Sem postura.
Menina danada!
E quem não ama Anna?
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